quinta-feira, 14 de junho de 2012

Musica


A Grande Arte.

O que é musica ?
A música é a arte e a ciência dos sons no tempo. Se trata de arte em quanto complexo de normas praticas idôneas para conseguir determinados e agradáveis efeitos sonoros, que consegue a exprimir a interioridade do individuo;
Se trata de ciência em quanto seu estudo de nascimento e evolução e da analise da intima estrutura da musica. O gerar sons musicais, vem mediante o canto o mediante instrumentos musicais que através os princípios da acústica, provocam a percepção auditiva e a experiencia emotiva desejada do artista !


O estilo de musica mais ouvida no mundo POP Americano, seguindo com o Rock e seus tipos.


A Musica varia muito com o tempo, moda, estilo, ambiente etc... com que a pessoa mais se identificar.



Estilos de musica:

- tribal (batuque)

- Musica Erudita # Medieval, Renascentista, Barroca, Clássica, Romántica, Moderna, Conteporanea

- ritym & blues # folk, jazz, blues, funk, soul, rap

- rock # rock, 'n roll, pop rock, rocka billie, Progressivo, hard rock, 

- punk rock # new wave, hard core, grind, gurnge, 

- metal # heavy, trash, gothic, death, doom, industrial, speed new,
E Muitas outras...

História da Música é estudo das origens e evolução da Música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.



Grandes Artistas:
(opinião)

Mozart

Michael Jackson

Bob Dylan

Beethoven

louis armstrong

Música que parou uma guerra





Murilo Salvador Pinho       Nº25

1ºD mecatrônica

Fontes: Wikipedia, Yahoo, YouTube.

Bossa Nova


  Bossa Nova se iniciou  em 1958 do violonista baiano João Gilberto. Um ano depois, o músico lançou seu primeiro LP, “Chega de saudade”, que marcou definitivamente a presença do estilo musical no cenário brasileiro. Grande parte das músicas do LP era proveniente da parceria entre Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A dupla compôs “Garota de Ipanema”, que é, sem dúvida, uma das mais importantes canções da história da música brasileira.  a  mesma foi considerada em 2005, pela Biblioteca do Congresso norte-americano, como uma das 50  obras musicais brasileiras.
Qual foi o motivo da Bossa Nova ?
A palavra bossa apareceu pela primeira vez na década de 1930, em Coisas Nossas, samba do popular cantor Noel Rosa: O samba, a prontidão/e outras bossas,são nossas coisas. A expressão bossa nova passou a ser utilizada também na década seguinte para aqueles sambas de breque, baseado no talento de improvisar paradas súbitas durante a música para encaixar falas.

Grandes compositores da Bossa Nova:



Grandes compositores da Bossa Nova:
Antônio Carlos Jobim

João Gilberto- criador da batida de Bossa na música " Chega de saudade"

Vinicius de Moraes
Luiz Bonfá
Billy Blanco, 
Carlos Lyra, 
Roberto Menescal 
Sérgio Ricardo


Instrumentos da Bossa Nova:

VIOLÃO: o violão, na bossa nova, é chamado violão gago, porque seu ritmo não é o mesmo da voz, e nem dos outros instrumentos que o acompanham. Ele é o instrumento mais importante da bossa nova.

PIANO: esse instrumento você conhece bem! Ele ajuda a imprimir o ritmo (como no caso do Tom Jobim, que era pianista).

TROMPETE: parece uma corneta, mas é menor. Feito de metal, é um instrumento de sopro, e haja fôlego para tocá-lo! Tem um som forte e melodioso, que também ajuda a garantir o ritmo da bossa

SAXOFONE: esse é o instrumento mais charmoso de todos! O saxofone é famoso por sua forma curva e elegante, e por seu som característico, tão melodioso que já deu espaço para muitos solos (quando o instrumentista toca sozinho) por aí. É feito de metal, e é um instrumento de sopro. Existe o saxofone alto, mais agudo, e o saxofone baixo, de som mais grave, e os dois podem ser usados na bossa nova, contribuindo para enriquecer sua melodia.

PANDEIRO: como no chorinho, o pandeiro marca o ritmo da canção. Na bossa nova, ele não fica tão marcante, sua contribuição é mais suave, mas o tilintilin está lá, quando o pandeiro é chamado para “dar uma canja”…

CONTRABAIXO: algumas vezes é usado na bossa nova. Mas é mais raro. O contrabaixo, ou baixo, parece uma guitarra, e é elétrico também. Ele só tem quatro cordas, muito grossas, e seu som é muito grave. Por esse motivo, ele ajuda a marcar o ritmo das músicas, junto com os instrumentos de percussão.

BATERIA: a bateria é talvez o instrumento de percussão mais famoso de todos. Ela tem duas ou mais “caixas” parecidas com tambores e um conjunto de pratos de metal (às vezes, um só). Isso dá ao baterista muitas possibilidades de som… O músico usa duas varetas chamadas de baquetas. Na bossa nova, quando aparece, a bateria é bem discreta. Nada parecida com a do rock, em que ela é uma parte fundamental e muito marcante!


As melhores de 

João Gilberto


Nome: Murilo Salvador Pinho   Nº25
1ºD mecatrônica
Fonte: Yahoo, Wikipedia, YouTube, BrasilEscola.

Roda Viva (Chico Buarque)

Roda Viva
A peça Roda viva foi escrita por Chico Buarque no final de 1967 e estreou no Rio de Janeiro, no início de 1968, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. A temporada no Rio foi um sucesso, mas a obra virou um símbolo da resistência contra a ditadura durante a temporada da segunda montagem. Um grupo (de cerca de 110 pessoas) do Comando de Caça aos Comunistas - CCC - invadiu o teatro Galpão, em São Paulo, em julho daquele ano, espancou artistas e depredou o cenário. No dia seguinte, Chico Buarque estava na platéia para apoiar o grupo e começava um movimento organizado em defesa de Roda viva e contra a censura nos palcos brasileiros.


            O espetáculo conta a história de um cantor que decide mudar de nome para agradar ao público, em um contexto de uma indústria cultural e televisiva nascente no Brasil dos anos 60. A peça é encenada em dois atos, contando a ascensão e queda de Benedito Silva, que passou a adotar o nome de Ben Silver. Mas o que marcou a peça foi a sua agressividade proposital com o intuito de chocar o público para os problemas que cercavam o país na época.
Chico Buarque, alem de autor da peça, também criou a sua canção-tema, com o mesmo título.
Na década de 60, esta canção foi gravada com o grupo MPB4. Em 2004, a cantora Fernanda Porto regravou, ao lado de Chico, uma versão mais moderna de Roda Viva




Wesley Freitas Nº35 1ºD

Biografia de Antunes Filho

Antunes Filho



José Alves Antunes Filho (São Paulo SP 1929). Diretor. Pertence à primeira geração de encenadores brasileiros, discípulo dos diretores do Teatro Brasileiro de Comédia. Participa ativamente do movimento de renovação cênica surgido nos anos 1960 e fins de 1970. É o primeiro diretor a empreender uma obra dramatúrgica e cenicamente autoral, com a montagem de Macunaíma, espetáculo considerado referência para os jovens encenadores dos anos 1980. Nos anos 1990, desloca suas preocupações para o Centro de Pesquisas Teatrais (CPT), grupo de produção, formação e desenvolvimento de novos conceitos e exercícios na busca do refinamento de um método próprio de interpretação para o ator.
Em 1952, ingressa como assistente de direção no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), onde tem a oportunidade de observar os trabalhos dos diretores Ziembinski, Adolfo Celi, Luciano Salce, Ruggero Jacobbi e Flaminio Bollini, todos estrangeiros, contratados para desenvolver, preparar e especializar a equipe da companhia. Estréia profissionalmente, em 1953, com a montagem de Week-end, de Noel Coward, encenada no Teatro Íntimo Nicette Bruno. O texto é uma comédia inteligente, apoiada num humor requintado, cuja montagem recebe tratamento natural e acelerado, consequência direta do ritmo inusitado e frenético imposto por Antunes Filho aos ensaios.
No fim dos anos 1950, funda e dirige a companhia Pequeno Teatro de Comédia, que estréia em 1958, espetáculo O Diário de Anne Frank, tendo a atriz Dália Palma como protagonista. Pelo trabalho de montagem, Antunes Filho é premiado como melhor diretor pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e pela Associação Carioca de Críticos Teatrais (ACCT). Dirige, em 1959, Alô...36-5499, de Abílio Pereira de Almeida, com assistência de direção de Ademar Guerra, marcando o início de uma parceria longa e de diversas montagens. Esse espetáculo representa, no momento, um desafio - conciliar o desejo de trabalhar com um texto nacional e com o aprofundamento de sua pesquisa estética ao retorno financeiro. Logo após encena Pic Nic, de William Inge. Nos três espetáculos explorando as fronteiras estéticas do realismo, Antunes Filho alcança a coesão pretendida para as encenações, o que lhe rende reconhecimento e afirma o seu talento como diretor. A virada da companhia, contudo, vem com Plantão 21, de Sidney Kingsley, ambientado numa delegacia de polícia, motivo para uma movimentação constante de 30 atores vivendo situações de violência e crua exposição dos conflitos. A excelente exploração cênica de Antunes Filho permite uma condução quase cinematográfica no desempenho dos atores. Nessa peça, Jardel Filho se destaca entre os atores de um elenco, que também presencia a estréia de Laura Cardoso.
Viaja à Itália em 1960, para um estágio com Giorgio Strehler no Piccolo Teatro de Milão. De volta ao Brasil, dirige uma polêmica montagem de As Feiticeiras de Salém. O texto de Arthur Miller, de um realismo psicológico bem construído, é, paradoxalmente, tratado pela direção com uma abordagem épica, desnorteando crítica e público.
O último espetáculo encenado pelo Pequeno Teatro de Comédia, em 1961, é Sem Entrada, Sem Mais Nada, de Roberto Freire, fruto das pesquisas e discussões realizadas no Seminário de Dramaturgia do Teatro de Arena, sobre a vida proletária a partir de um enfoque marxista e tendo à frente do elenco a atriz Eva Wilma. A peça é montada no palco do Teatro Maria Della Costa - TMDC, onde Maria Bonomi, colaboradora da companhia desde a montagem anterior, elabora a cenografia de uma habitação coletiva distribuída em cinco planos. Apesar de o programa da peça classificar a encenação como expressionista, a montagem de Antunes Filho é de um realismo enfatizado pelo depuramento formal, resultando num espetáculo teatralista, "canto do cisne" do Pequeno Teatro de Comédia, que enfrenta dura crise financeira.
Em 1962, com uma carreira sedimentada como um dos diretores mais destacados do período, volta ao TBC e encena Yerma, de Federico García Lorca, com cenários e figurinos de Maria Bonomi, música de Diogo Pacheco e um formidável desempenho de Cleyde Yáconis.
Já nesse período se avolumam opiniões contraditórias sobre a sua forte personalidade. Para alguns atores, o tratamento autoritário e a exigência de uma disciplina exemplar por parte dos elencos frustram algumas carreiras. Para outros, resultam em desempenhos brilhantes e diferenciados. Para o diretor, o trabalho dos atores não se restringe ao estudo das personagens: abarca todos os aspectos da montagem. Equipes são montadas para dar conta do estudo de um ângulo da obra, já que a base de seu método de trabalho é a busca do maior conhecimento possível sobre o universo da peça. Segundo Antunes Filho em entrevista concedida para o Diário de S. Paulo: "Se massacrar é obrigar o ator a estudar, a assumir responsabilidade do momento em que vive, é fazer do ator o senhor dentro do palco e dentro da história em que ele participa, então, nesse sentido, massacro o ator. Eu o quero independente, eu o quero senhor absoluto do palco [...] o ator terá que ser ao mesmo tempo cientista, artista, físico, matemático, professor de literatura, político e sociólogo. Pode ser meio utópico o que vou dizer, mas o ator será a grande síntese do conhecimento humano. [...] Se mostrar tudo isso ao ator é massacrar, então eu o massacro".1
Volta ao TBC, em 1964, para encenar Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, cujo processo de montagem submete o elenco a uma bateria de laboratórios físicos e psíquicos, na busca de um instinto e uma verdade que resultam num realismo chocante. O espetáculo divide público e crítica, e a polêmica faz com que a casa o retire bruscamente de cartaz. Os prejuízos contabilizados apressam o fim do TBC como empresa.
Antunes Filho tem seu primeiro contato com a obra de Nelson Rodrigues com a encenação de A Falecida, em 1965, na Escola de Arte Dramática - EAD. No mesmo ano, cria o Teatro da Esquina e com ele encena A Megera Domada, de Shakespeare, bem recebido pela crítica. O êxito não se repete em Júlio César, uma realização relâmpago, confusa e cheia de incidentes, unânime fracasso com direito a show de vaias em pleno Theatro Municipal de São Paulo. Em 1967, Black-Out, de Frederick Knott, recupera o prestígio de Antunes, e apresenta uma elogiada interpretação de Eva Wilma.

Gustavo Martins  1ºD

Teatro na Grecia antiga

Teatro na Grécia antiga

O teatro grego surgiu a partir da evolução das artes e cerimônias gregas como, por exemplo, a festa em homenagem ao deus Dionísio (deus do vinho e das festas). Nesta festa, os jovens dançavam e cantavam dentro do templo deste deus, oferecendo-lhe vinho. Com o tempo, esta festa começou a ganhar uma certa organização, sendo representada para diversas pessoas
Pouco a pouco, os rituais dionisíacos foram se modificando e se transformando em tragédias e comédias. Dioniso se tornou, assim, o deus do teatro.

Atenas é considerada a terra natal do teatro antigo, e, sendo assim, também do teatro ocidental. "Fazer teatro" significava respeitar e seguir o culto a Dionisio.
O período entre os séculos 6 a.C. e 5 a.C. é conhecido como o "Século de Ouro". Foi durante esse intervalo de tempo que a cultura grega atingiu seu auge. Atenas tornou-se o centro dessas manifestações culturais e reuniu autores de toda a Grécia, cujos textos eram apresentados em festas de veneração a Dioniso.

O teatro grego pode ser dividido em três partes: tragédia, comédia antiga e comédia nova.

A tragédia  Do grego "tragoidía" ("tragos" = bode e "oidé" = canto). Canto ao bode é uma manifestação ao deus Dioniso, que se transformava em bode para fugir da perseguição da deusa Hera. Em alguns rituais se sacrificavam esses animais em homenagem ao deus. 
A tragédia apresentava como principais características o terror e a piedade que despertava no público. Para os autores clássicos, era o mais nobre dos gêneros literários.

Era constituída por cinco atos e, além dos atores, intervinha o coro, que manifestava a voz do bom senso, da harmonia, da moderação, face à exaltação dos protagonistas.

Diferentemente do drama, na tragédia o herói sofre sem culpa. Ele teve o destino traçado e seu sofrimento é irrefutável. Por exemplo, Édipo nasce com o destino de matar o pai, Laio, e se casar com a mãe. É um dos exemplos de histórias da mitologia grega que serviram de base para o teatro.
Os três tragediógrafos que conhecemos, Ésquilo, Sófocles e Eurípedes escreveram cerca de 300 peças, das quais apenas 10% chegaram até nós
Ésquilo (cerca de 525 a.C. a 456 a.C.)
Considerado o fundador do gênero, sete peças suas sobreviveram à destruição do tempo: "Os Persas", "Sete contra Tebas", "As Suplicantes", "Prometeu Acorrentado", "Agamêmnon", "Coéforas" e "Eumênides".
Sófocles (496 a.C. a 406 .a.C.)
Importante tragediógrafo, também trabalhava como ator. Entre suas peças estão a trilogia "Édipo Rei", "Édipo em Colona" e "Antígona".
Eurípides (485 a.C. a 406 a.C.)
Pouco se sabe sobre sua vida. Ainda assim, é dele o maior número de peças que chegaram até nós. São 18 no total, entre elas: "Medéia", "As Bacantes", "Heracles", "Electra", "Ifigênia em Áulis" e "Orestes".

Por meio do teatro de  comedia e pelo desenvolvimento dos textos críticos e satíricos, a cultura  grega ficou conhecida. Aristófanes foi um dos mais proeminentes autores desse gênero teatral e se destacou pelo trabalho realizado em peças como as nuvems.A paz e as vespas.Dotado com forte senso critico,esse autor do teatro grego era suficientemente ousado para dirigir seu humor contra importantes figuras politicas e divindades do mundo grego.





Lucas Bayer Nº18 1ºD

Teatro do oprimido



Teatro do Oprimido



  é um método teatral que reúne exercícios, jogos e técnicas teatrais elaboradas pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal. Os seus principais objetivos são a democratização dos meios de produção teatral, o acesso das camadas sociais menos favorecidas e a transformação da realidade através do diálogo (tal como Paulo Freire pensou a educação) e do teatro. Ao mesmo tempo, traz toda uma nova técnica para a preparação do ator que tem grande repercussão mundial.
A sua origem remete ao Brasil das décadas de 60 e 70, mas o termo é citado textualmente pela primeira vez na obra Teatro do oprimido e outras poéticas políticas. Este livro reúne uma série de artigos publicados por Boal entre 1962 e 1973, e pela primeira vez sistematiza o corpo de idéias desse teatrólogo.
No começo dos anos sessenta Boal era diretor do Teatro de Arena de São Paulo. Um dia, durante uma viagem pelo nordeste, estavam apresentando para uma liga camponesa um musical sobre a questão agrária que terminava exortando os sem terras a lutarem e darem o sangue pela terra. Ao final do espetáculo um sem terra convidou o grupo para ir enfrentar os jagunços que tinham desalojado um companheiro deles. O grupo recusou e, neste momento, Boal percebeu que o teatro que realizava dava conselhos que o próprio grupo não era capaz de seguir. A partir de então começou a pensar que o teatro deveria ser um diálogo e não um monólogo.
Até este momento tudo não passava de uma idéia a ser desenvolvida. Somente em 1971 no Brasil, nasceu a primeira técnica do Teatro do Oprimido: o Teatro Jornal. Continuando a crescer, o TO desenvolveu o Teatro Invisível na Argentina, como atividade política, e o Teatro Imagem, para estabelecer um diálogo entre as Nações Indígenas e os descendentes de espanhóis na Colômbia, na Venezuela, no México... Hoje, essas formas são usadas em todos os tipos de diálogos.
Na Europa, o Teatro do Oprimido se expandiu e veio à luz o Arco-Íris do Desejo — inicialmente para entender problemas psicológicos, mais tarde para criar personagens em quaisquer peças. De volta ao Brasil, nasceu o Teatro Legislativo, para ajudar a transformar o Desejo da população em Lei — o que chegou a acontecer 13 vezes. Agora, o Teatro Subjuntivo está, pouco a pouco, vindo à luz.
O TO era usado por camponeses e operários; depois, por professores e estudantes; agora, também por artistas, trabalhadores sociais, psicoterapeutas, ONGs. Primeiro, em lugares pequenos e quase clandestinos. Agora, nas ruas, escolas, igrejas, sindicatos, teatros regulares, prisões...
Além da arte cênica propriamente, também existe a finalidade política da conscientização, onde o teatro torna-se o veículo para a organização, debate dos problemas, além de possibilitar, com suas técnicas, a formação de sujeitos sociais que possam fazer-se veículo multiplicador da defesa por direitos e cidadania para a comunidade onde o Teatro do Oprimido está a ser aplicado.
Aplicado no Brasil, em parceria com diversas ONGs, como as católicas Pastoral Carcerária[ e CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), ou movimentos sociais, como o MST, as técnicas de Boal ganharam mundo, sendo suas obras traduzidas em mais de 20 idiomas, e ganhando aplicação por parte de populações oprimidas nas mais diversas comunidades, como recentemente entre os palestinos

 

Felipe Augusto Ramos de Souza 1ºD

Música Popular e Música Erudita

A música popular já se diz no nome ‘’popular’’... Música do povo, todas as pessoas as entendem e são facilmente compreendidas. A música popular fala muito bem nossa linguagem, por exemplo, musicas folclóricas, eletrônicas (não tem uma linguagem mas todo mundo gosta).

Já a música Erudita é um estilo clássico no qual são compostas em sinfonias, com muitos instrumentos. A música erudita é mais apreciada por pessoas mais culturais e intelectuais, hoje em dia ainda se vê pessoas intelectuais que gostam de músicas populares, mas a musica  erudita não é apreciada por pessoas normais (povo).
Essa é considerada uma diferença social porque as vezes uma pessoa vê outra pessoa ouvindo música clássica e já pensa ‘’essa pessoa deve ser chata...’’, ou ao contrario. Ambos os casos pode até ser considerados como uma espécie de racismo musical.
Nós sempre devemos sempre respeitar o gosto musical de cada um.


Fontes:Google (Yahoo, pesquisa escolar,wickpédia).

Lucas Gomes Messiano          n°19                 1° ano D